[Lutecium-group] je cherche une référence dans le Séminaire (La Rochefoucauld)

maria augusta magufriche at gmail.com
Sun Jan 8 13:08:25 UTC 2012


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Bonjour ,
J'ais trouvé ces réfèrences dans les seminaires, au site psiconet.org/lacan.

Une bonne année à vous et à  tous.
Amicalement,
m.aug
(Excusez-moi,  je ne sais bien écrire en français.)
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*Sesión del 13 de novembro 1957* "Devo dizer que é uma das demonstrações
mais claras que Freud já tenha dado de mecanismos de análise de um fenômeno
de formação e de deformação ligado ao inconsciente. Isso não deixa nada a
desejar em matéria de clareza. Sou obrigado, para a clareza de minha
exposição, de apresentar-lhes de um modo indireto, dizendo: é o que Freud
diz. O que Freud diz impõe-se no seu rigor. Em todo caso o que ele diz é
dessa ordem, a saber, é que Botticelli está aí porque é o resto na sua
última metade, e "elli" de Signorelli descompletado pelo fato que o Signor
é esquecido; "bo" é o resto, o descompletado de Bósnia Herzegovine, na
medida em que o "Herr" é recalcado. O mesmo ocorre para Boltraffio [NT:
Boltracio no original], é o mesmo recalque do "Herr" que explica que
Boltraffio [NT: Boltracio no original] associa o "bo" de Herzegovina ao
Trafoi, que é uma localidade que antecede imediatamente aventuras dessa
viagem, aquela onde soube do suicídio de um de seus pacientes por razão de
impotência sexual, isto é, o mesmo termo que aquele que evocou na
conversação que antecedia imediatamente com a pessoa que está no trem entre
Ragusa e Herzegovina, e que lhe evoca esses turcos, esses muçulmanos que
são pessoas tão simpáticas que quando o médico não conseguiu curá-los
dizem: "Herr (Senhor), sabemos que você fez todo o possível, mas, contudo",
etc... O "Herr", o peso próprio, o acento significativo, a saber, esse algo
que está no limite do dizível, esse "Herr" absoluto que é a morte, essa
morte, como diz La Rochefoucauld, "que, como o sol, não pode ser encarada
frente a frente", e que, efetivamente, Freud, como muitos outros, não pode
mais encarar frente a frente. Embora ela lhe seja presentificada por sua
função de médico, de um lado, por uma certa ligação tão manifestamente
presente, ela, por outro lado, tem um acento muito pessoal."
*


14 de Marzo de 1962* :' Por extremadamente metapsicológica que nuestra
búsqueda pueda parecer a algunos por no proseguirla exactamente sobre la
arista en la que la proseguirnos, en la medida en que el análisis no se
concibe sino en esta mira de las escatológicas si puedo expresarme así, de
una erótica, pero imposible también sin mantener al menos en un cierto
nivel la consciencia del sentido de esta mira de hacer con conveniencia en
la práctica lo que ustedes tienen que hacer, es decir no predicar por
supuesto una erótica, sino arreglárselas con el hecho de que incluso en la
gente más normal y en el interior de la aplicación plena y entera y de
buena voluntad de las normas, y bien, esto no marcha; que no sólo, como
decía La Rochefoucauld hay buenos matrimonios, pero no los hay deliciosos,
podemos agregar que desde entonces esto se ha deteriorado un poco más ya
que ni siquiera los hay buenos, quiero decir en la perspectiva del deseo.
Sería de todos modos un poco inverosimil que tales palabras, propósitos, no
pudieran ser puestos en primer plano en una asamblea de analistas."

 *13 de Marzo de 1963 *"De esto resulta que de ningún modo podemos
servirnos del amor como primero ni como último término. Por primordial que
se presente en nuestra teorización el amor es un hecho cultural; y, como
bien lo articuló La Rochefoucauld, no se trata sólo de: "cuantas personas
nunca habrían amado si no hubieran oído hablar de él", sino de: no seria
cuestión de amor si no existiera la cultura.


2012/1/8 Loic Toubel <loic.toubel at gmail.com>

> Rochefoucauld




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m.augusta
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